As quatro peças que toda a app tem: o ecrã, os dados, o login, e onde ela vive. Em linguagem simples, com esta escola como exemplo.
Toda a aplicação, por mais complexa que pareça, é feita das mesmas quatro peças. Quando as reconheces, o medo da técnica desaparece — passas a ver qualquer app como um conjunto de partes que já entendes.
São as páginas que o servidor prepara e te entrega. O ecrã que estás a ler agora é uma delas. É a camada com que a pessoa interage — tudo o resto trabalha por trás.
Onde se guarda tudo: utilizadores, conteúdos, progresso. Cada projeto tem os seus dados, arrumados por tipo e isolados dos outros projetos. Boa arrumação hoje é menos confusão amanhã.
Como a pessoa se identifica — por exemplo com a conta Google ou Apple. A app passa a saber quem está do outro lado, e a mostrar a cada um só o que é seu.
A app precisa de uma casa online, com endereço próprio e cadeado de segurança. É o que a torna acessível ao mundo, a qualquer hora.
Ecrã + dados + login + servidor. Qualquer app que admires é uma combinação destas quatro peças.
Escolhe uma app que uses todos os dias. Tenta identificar as quatro peças: o que é o ecrã? Que dados guarda? Como te identificas? Onde achas que vive? Vais perceber que já entendes a estrutura.
As peças de uma app, à vista: o que se mostra (ecrã), a lógica (o tempo) e o feedback (o som).
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