Por onde começar
Seis portas podem ser muitas quando se começa do zero. Aqui tens UM caminho, pela ordem certa — do nada ao teu primeiro feito no mundo. Dá um passo de cada vez e marca-o quando o deres. A escola inteira está aqui, mas pela mão.
🤍 Não estás sozinho. A maioria das pessoas trava — quase sempre logo a seguir ao primeiro passo, e é completamente normal. Não é falta de jeito; é assim que se aprende. Aqui dizemos-te onde se costuma tropeçar e o que fazer. Travar e desencravar É criar.
Escreve uma frase, sem pensar em técnica nenhuma: «Quero criar uma coisa que ajuda alguém a ___.» É a tua semente — guarda-a aqui.
Toca em alguns exemplos vivos — mexe, sente. Não precisas de perceber como se fazem; só de ver que são possíveis. Começa pelos essenciais, não pelas 49.
Faz as primeiras aulas. Não é para decorar — é para perceberes COMO se pensa para criar com a IA. O resto encaixa a partir daqui.
No teu caminho das aulas, abre o card «O teu projeto» e escreve a ideia que queres mesmo levar até ao fim. A partir daqui já não consomes — constróis.
Escolhe um projeto pronto, ergue-o passo a passo, e depois muda-lhe UMA coisa sozinho (o «Faz tu» no fim). Ainda segues receita — mas já vês que consegues mudar o objeto.
Agora que já tocaste em código real, percebe a lógica ao teu nível — só o suficiente para guiares a IA. Leva o molde «da lição à tua ferramenta».
Monta uma automação simples — um email agendado ou um lembrete — e vê a máquina trabalhar por ti. Criar com IA não é só páginas; é pôr processos a correr.
Fecha uma versão mínima e põe-na no mundo: um link, um screenshot, uma frase a apresentá-la. E pede o primeiro feedback a alguém.
Vais criar em ferramentas fora daqui (a IA, o n8n). Quando algo correr mal — e vai, faz parte — não entres em pânico nem feches a aba. Faz isto, por ordem:
Cada passo é um poder novo. Quando chegares ao fim, não terás decorado nada — terás CRIADO algo teu. E o método fica contigo, para a próxima semente.